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Pré-eclâmpsia na gravidez: o que é, sintomas, riscos e como prevenir

A pré-eclâmpsia é uma complicação da gravidez caracterizada principalmente pelo aumento da pressão arterial e que pode trazer riscos importantes para a mãe e o bebê.

Ela afeta cerca de 2 a 3% das gestações, com aproximadamente 6,6 milhões de novos casos por ano no mundo.

É uma das principais causas de morbimortalidade materna e está associada a cerca de 15% dos partos prematuros.

Além disso, mulheres que desenvolvem pré-eclâmpsia apresentam maior risco cardiovascular ao longo da vida.

O que é pré-eclâmpsia?

A pré-eclâmpsia é definida pelo aumento da pressão arterial (≥ 140/90 mmHg), confirmado em duas medidas com intervalo de pelo menos 24 horas, após a 20ª semana de gestação.

Embora os sintomas apareçam mais tarde, a doença tem origem ainda no início da gestação, durante a formação da placenta.

Por isso, o rastreamento precoce é fundamental.

Quais são os sintomas?

Os sinais e sintomas mais comuns incluem:

Importante: em alguns casos, a doença pode evoluir sem sintomas evidentes.

Quais os riscos para a mãe?

A pré-eclâmpsia pode evoluir para formas graves, como:

Sem diagnóstico e tratamento adequados, pode levar a complicações graves e até risco de morte.

Quais os riscos para o bebê?

A doença compromete o funcionamento da placenta, podendo causar:

Além disso, esses bebês podem apresentar maior risco de doenças cardiovasculares e metabólicas ao longo da vida.

Quem tem maior risco de desenvolver pré-eclâmpsia?

Alguns fatores aumentam o risco, como:

No entanto, cerca de 70% das pacientes que desenvolvem a doença não apresentam fatores de risco identificáveis.

Como identificar o risco precocemente?

Hoje sabemos que é possível identificar, ainda no primeiro trimestre, quais gestantes têm maior risco de desenvolver a pré-eclâmpsia.

O rastreamento moderno combina:

Esses dados são analisados por algoritmos da Fetal Medicine Foundation, permitindo calcular o risco individual de cada gestante.

Esse método consegue identificar mais de 80% dos casos de alto risco para formas graves.

Rastreamento moderno da pré-eclâmpsia: avaliação completa

O rastreamento da pré-eclâmpsia evoluiu significativamente nos últimos anos.

Hoje, já é possível identificar, ainda no primeiro trimestre, quais gestantes apresentam maior risco de desenvolver a doença — especialmente suas formas mais graves.

Essa avaliação é feita de forma combinada, incluindo:

Doppler da artéria oftálmica: o que ele acrescenta?

O Doppler da artéria oftálmica permite avaliar a circulação materna de forma indireta, trazendo informações adicionais sobre a adaptação vascular da gestação.

Diferente das artérias uterinas, que refletem a formação da placenta, a artéria oftálmica está relacionada à resposta hemodinâmica materna.

Como a pré-eclâmpsia envolve não apenas a placenta, mas também alterações sistêmicas na circulação da mãe, essa avaliação amplia a compreensão do risco individual de cada gestante.

O Doppler da artéria oftálmica faz parte do rastreamento moderno da pré-eclâmpsia.
O Doppler da artéria oftálmica faz parte do rastreamento moderno da pré-eclâmpsia.

Por que essa avaliação faz diferença?

Porque o objetivo do rastreamento não é apenas identificar a doença quando ela já está instalada.

É identificar precocemente quem tem maior risco.

E quanto mais completa for essa avaliação:

Diferencial da Clínica Afeto Maringá

Na Clínica Afeto, em Maringá, o rastreamento da pré-eclâmpsia é realizado de forma completa e integrada já no primeiro trimestre.

Além dos parâmetros clássicos, incluímos de rotina a avaliação do Doppler da artéria oftálmica no ultrassom morfológico de primeiro trimestre.

Isso permite uma análise mais ampla da fisiologia materna e placentária, tornando o rastreamento ainda mais detalhado e individualizado.

Atendemos gestantes de Maringá e região com foco em:

É possível prevenir a pré-eclâmpsia?

Sim.

Quando o risco é identificado precocemente, o uso de aspirina em baixa dose, iniciado antes da 16ª semana de gestação, pode:

Além disso, também são importantes:

Como é feito o rastreamento?

O rastreamento é realizado junto ao ultrassom morfológico de primeiro trimestre.

Nesse momento, são avaliados:

Com esses dados, é possível calcular o risco individual de cada gestante.

O rastreamento da pré-eclâmpsia é feito ainda no primeiro trimestre, junto ao morfológico. Um dos parâmetros avaliados é o Doppler das artérias uterinas.
O rastreamento da pré-eclâmpsia é feito ainda no primeiro trimestre, junto ao morfológico. Um dos parâmetros avaliados é o Doppler das artérias uterinas.

Pré-eclâmpsia em Maringá: diagnóstico precoce faz diferença

Na Clínica Afeto, em Maringá, o rastreamento da pré-eclâmpsia é incorporado ao exame do primeiro trimestre para todas as pacientes.

Isso permite:

Conclusão

A pré-eclâmpsia é uma condição séria, mas que pode ser identificada e prevenida quando o rastreamento é feito no momento adequado.

Quanto mais cedo o risco é identificado, maiores são as chances de um acompanhamento seguro e de melhores resultados para mãe e bebê.

Agende sua avaliação

Se você está em Maringá ou região e deseja realizar um rastreamento completo da pré-eclâmpsia ainda no primeiro trimestre, com avaliação detalhada e acompanhamento especializado, entre em contato.

Na Clínica Afeto, cada exame é conduzido com tempo adequado, análise criteriosa e integração das técnicas mais atuais da Medicina Fetal.

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